Quinta-feira, Março 29, 2007
Mais um ano. Foto antiga, 2003, pq foi nessa época que o blog nasceu!
Terça-feira, Março 27, 2007
Damn Laser Vampires, energia que dá gosto!
Na noite do dia 26 de março de 2007, eu me senti em alguma das histórias do "Please Kill Me". Enquanto rolava o show da Damn Laser Vampires, meu espírito foi tele-transportando até os anos 70 e lá parecia estar em algum lugar do famoso Brooklin americano.
Em Porto Alegre existem muitas, mas muitas mesmo, bandas. O pessoal daqui realmente tem talento, sabe fazer músicas legais e ¿incrementar¿ um novo som. Poucas se destacam dentro da minha humilde visão musical. A Damn Laser Vampires é cool. cool como nenhuma outra banda independente gaúcha da última década. É pura, sem pretensões de modinhas. E o melhor, vibra o rock que dá gosto. ¿Energia que dá gosto¿. Aquela energia que dá vontade de pular, fechar os olhos e mexer a cabeça até doer o pescoço. (contagia, confere!) É uma linha que as pessoas se esqueceram de seguir, a linha mais essência de quem tem gosto pelo punk rock.
Vale lembrar que a banda não tem baixista, mas substitui os graves acordes na guitarra da Francis K. O vocal de Ronaldo Selistre, pode até ser bizarro, mas me lembrou Sid Vicius, Dead Kennedys e Johny Cash. E a bateria, bah. A bateria é pegada, me lembrou rocktoscoroll, as baquetadas do Michel Munhoz.
É, eu viajei muito com essa banda!
Quem quer ouvir tudo isso, clica aqui: MÚSICAS DAMN LASER VAMPIRES
;)
Música linda do Lou Reed, que diz tudo agora:
[Pale Blue Eyes - Velvet Underground]
Sometimes I feel so happy
Sometimes I feel so sad
Sometimes I feel so happy
But mostly you just make me mad
Baby you just make me mad
Linger on, your pale blue eyes
Linger on, your pale blue eyes
Thought of you as my mountain top
Thought of you as my peak
Thought of you as everything
I've had but couldn't keep
I've had but couldn't keep
If I could make the world as pure and strange as what I see
I'd put you in the mirror I put in front of me
I put in front of me
Skip a life completely, stuff it in a cup
She said money is like us in time
It lies but can't stand up
Down for you is up
It was good what we did yesterday
And I'd do it once again
The fact that you are married
Only proves you're my best friend
But it's truly, truly a sin
Linger on, your pale blue eyes
Linger on, your pale blue eyes
Você sabe que eu sou mulher?
Sabe que me descontrolo e que gosto de ser cuidada.
Desculpa e nada mais pelas palavras.
Se quiser, eu desculpo o nada e espero algo acontecer....
Sexta-feira, Março 23, 2007
Notícia do Portal da Prefeitura de Porto Alegre:
(((24 Horas de Cultura terá dezenas de eventos gratuitos)))
Consagrado no calendário de eventos da capital, o aniversário de Porto Alegre é comemorado há 235 anos no dia 26 de março. Para agregar todas as homenagens e organizar uma programação tão numerosa quanto variada, a Prefeitura instituiu a Semana de Porto Alegre, que se encontra em sua 48ª edição.
A grande novidade das comemorações neste ano é o projeto 24 Horas de Cultura, que acontece nos dias 24 e 25 de março, com dezenas de eventos gratuitos. As ações do 24 Horas têm a intenção de "tomar" a cidade com shows de música, peças de teatro, exposições, eventos de dança e literatura, além de sessões de cinema, em vários pontos da cidade, incluindo a Usina do Gasômetro, Centro Municipal de Cultura, Mercado Público, parques da Redenção, Parcão, da Harmonia, Germânia, Mascarenhas de Morais, o Paço Municipal, o Caminho dos Antiquários, as praças da Alfândega, do IAPI, Garibaldi, México, da Encol, a Esplanada da Restinga, o Teatro de Câmara e alguns museus.
Alguns eventos continuarão em cartaz entre os dias 26 e 31, aos quais se somarão outras atrações. A Semana de Porto Alegre se encerra no sábado, dia 31, às 21h, no Parque da Redenção, com o tradicional Baile da Cidade, animado pelos conjuntos Impacto e Mensagem.
Foto: Ricardo Giusti / PMPA
Terça-feira, Março 20, 2007
Foto do Dia - National Geographic
Baia de Fundy na província de New Brunswick Canadalls
por James P. Blair
A projeto de jornalista Simone Bertuzzi declara que gostaria muito de trabalhar em uma empresa como a National Geographic.
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Como fazíamos sem... - Bárbara Soalheiro
Panda Books
144 págs
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Como fazíamos sem toalhas, talheres, carros.... Esse livro fala sobre como eram as coisas antes das invenções humanas. É recomendado começá-lo no capítulo que trata sobre banheiros! Quero ler, e você?
Segunda-feira, Março 12, 2007
O valor da vida humana, no Brasil, é, um assassino cumprir menos de seis anos na cadeia. Cada varrida de um presidiário, elimina três dias de pena, praticamente. Sou completamente a favor da nova lei de MAIS RIGOR AOS PRESOS.
Foto: garoto violentado e assassinado/?
Domingo, Março 11, 2007
Mais um, o segundo. Go, baunilhas! Go!
"Is only do you feel..."
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Foto: Huffman - www.crh.noaa.gov/.../wxpics/tornado/Huffman.gif
Tornado
Se o pensamento fosse como o vento, eu diria que agora estou com furacões e tornados girando todos os problemas e desejos numa tempestade só. O pior é quando não se acha nada pra se segurar e não deixar esse vendaval enlouquecer a mente. Eu sinto que o inesperado deu mil e uma voltas nos meus sentidos e carências. Eu sinto que o planejado nunca deu certo. Eu sinto que há um grande fracasso por dentro. O fracasso de não conseguir satisfazer a si próprio com tantos gastos pra isso.
Sinto muito em dizer que sou um ser humano. É desesperador saber que é ridícula a minha tristeza, enquanto mil e uma pessoas têm verdadeiros motivos pra chorar no meu bairro. É ridículo voltar a fita e ver que há três ou quatro anos atrás, as inspirações e composições eram descentes, pensadas e interessantes. Não sei se já fui adolescente, adulta e criança. Só sei que esse furacão por dentro pede paz, calmaria e um lugar bem aconchegante para repousar, por longos dias, meses ou anos.
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Quanto custa essa pamonha?
Sinto muito dizer a elite brasileira, mas nós vivemos no terceiro mundo e não temos o direito de esnobar um trocado quando o resto do seu povo é miserável. Isso foi pra você também, senhor presidente. Isso também foi para todos os miseráveis que se acomodam ao saberem da sua cesta básica garantida ao final do mês. Seu deputado, isso também é para o senhor que pensa ter uma morte mais rica lá onde o senhor for.
Porque será que a frase mais repetida por nós, consumidores do Brasil, é ¿quanto custa essa pamonha, fruta, bota ou mexerica¿? Talvez os comerciantes daqui que me respondam, o quanto recusamos a compra por falta de moedas aos preços altos. Quanto mais buscamos o auto-sustento, menos sustento temos. Os estudantes que digam, quanta falta de consideração é cobrar uma folha de xérox de um texto que o próprio professor deu.
Sinto muito dizer aos jovens, que estão cada vez mais ¿jovens¿, que não se pode mais exigir brinquedinhos dos pais. Sinto também em dizer, que não se pode mais pedir para os outros, mas também está desesperador ter de pedir a si mesmo. Isso também a todos os futuros filhos da próxima geração. Isso também vai a todos os frustrados que escrevem a falta de perspectiva sobre um futuro melhor, quando o mundo se afoga no capitalismo e falta de valores humanitários.
Porque já se calcula o preço da Amazônia, do oceano e do gás carbônico? Quem o homem pensa que é para colocar a natureza no meio quando nem ainda chegamos a pagar o preço da pamonha? Falando nisso, quanto será que custa essa pamonha? Espero que não seja um preço responsável por mais uma guerra rotineira brasileira.
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